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Numa altura em que as alterações climáticas se fazem sentir de forma cada vez menos inusitada, alterando os ciclos normais da queda pluviométrica, gerir a água de rega é importantíssimo.
As nascentes secam, a desertificação aumenta, a salinidade dos solos acentua-se e não há água que chegue para fazer agricultura da forma que se fazia no antigamente, onde regar por alagamento era uma constante que a mãe natureza nos permitia.
Hoje, a rega faz-se recorrendo a pivôs ou canhões de rega (aspersão) e também recorrendo aos sistemas de rega localizada (gota-a-gota), mas, em qualquer dos casos, muitas das vezes é feita a "olhómetro", não parando ou iniciando na devida altura, com os prejuízos que acarreta para a cultura, a carteira e para o ambiente!
Só há uma forma de utilizar bem a rega quer em termos agroambientais como económicos - gerir, gerir, gerir...
Essa gestão passa pelo uso de ferramentas, que estão ao dispor da agricultura e dos agricultores, denominadas tensiómetros, mais ou menos sofisticados!
O filme ilustra bem a inovação que em Portugal se faz e as ferramentas que cá se produzem... haja vontade, haja investimento, que o resto existe!
Este será mais um passo rumo à competitividade!
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