segunda-feira, 3 de agosto de 2009

MIRTILO: UMA DÁDIVA DA NATUREZA!, (enviado por *Ana Silva)

fonte: Frutas, Legumes e Flores nº 94

Mirtilo

O mirtilo é um arbusto pertencente à família Ericaceae, género Vaccinium.
Em Portugal existem espécies silvestres do género Vaccinium: o V. myrtillus (mirtilo Europeu) na Serra do Gerês, o V.padifolium na Ilha da Madeira e o V. cylindraceum (também conhecido por uva-da-serra) no arquipélago dos Açores.
As cultivares existentes e comercializadas, são, na sua maioria, híbridos de espécies norte americanas e estão divididas em vários grupos entre os quais se encontra o grupo Highbush (Northern e Southern) – V. corymbosum.


Características

O sistema radicular é fasciculado e composto por 2 tipos de raízes, umas mais finas e superficiais responsáveis pela absorção de água e nutrientes, e outras maiores, cuja função é fixar o arbusto ao solo. As raízes do mirtilo apresentam a particularidade de não terem pêlos radiculares, estruturas da raiz cuja função é aumentar a superfície de absorção de água e nutrientes.
Os ramos têm origem na coroa (zona de transição entre raízes e ramos), são erectos e podem atingir os 2,5m de altura para a maior parte das cultivares.

FLORES

fonte: Frutas, Legumes e Flores nº 94

As flores encontram-se agrupadas em cachos, são brancas e têm as pétalas soldadas entre si, formando uma campânula invertida. Devido às suas características, as flores do mirtilo favorecem a polinização cruzada assumindo a polinização entomófila (realizada por insectos) uma grande importância na rentabilidade da cultura.

FRUTO

fonte: Frutas, Legumes e Flores nº 94


Baga de tamanho e tom de azul variável, dependendo da cultivar, revestida por uma camada cerosa.
Quando ocorre a maturação do fruto, dá-se uma diminuição do teor em clorofila e aumenta o teor em antocianinas e açúcares, fazendo com que a cor mude de verde para azul. As antocianinas são pigmentos naturais que têm propriedades antioxidantes e às quais se atribuem uma série de benefícios para a saúde, valendo ao mirtilo denominações tais como “Rei dos Antioxidantes”, “fruto da juventude”, “fruto da saúde” ou “fruto da longevidade”.


Fonte: Correio da Manhã

Além das antocianinas o mirtilo tem também vitaminas e minerais, tais como vit. A, B, C e K, potássio, magnésio, cálcio, fósforo e ferro.

O cultivo do mirtilo

O solo ideal para uma plantação

O mirtilo prefere um solo arenoso ou franco-arenoso, bem drenado, rico em matéria orgânica e com pH ácido (4,5 a 5,5).

A preparação do solo

A preparação do solo deve ser iniciada, pelo menos, um ano antes da plantação, começando por se realizar análises ao solo no sentido de averiguar se é necessário efectuar previamente correcções no pH ou incorporar matéria orgânica.
As infestantes deverão ser totalmente eliminadas, podendo utilizar-se herbicidas sistémicos não residuais.
Em locais em que a drenagem da água possa estar comprometida, após as devidas correcções e operações de preparação do solo, é aconselhável a realização de camalhões onde se irão plantar os mirtilos.

A escolha da cultivar

A escolha da cultivar deverá ter em atenção vários factores nomeadamente: o clima, a possibilidade de ocorrência de geadas tardias, a resistência a doenças e pragas e ainda, se se tratar de uma plantação comercial, à produção e à qualidade do fruto.
De um modo geral, as cultivares do grupo Northern Highbush, por necessitarem de um maior nº de horas de frio durante o repouso invernal, são mais adequadas para o norte e centro de Portugal e as cultivares do grupo Southern Highbush para o sul.
Cultivares Northern Highbush: Bluetta, Earliblue, Patriot, Duke, Bluecrop, Spartan, Bluejay, Brigitta, Lateblue, Darrow.
Cultivares Southern Highbush: Sharpblue, O’Neal, Misty, Biloxi, Cape Fear, Star

Plantação

Deve ser feita na Primavera ou no Outono. O compasso de plantação deverá ser ajustado ao vigor das cultivares escolhidas e às condições do local, podendo variar de 1m a 1,5m na linha e 3m a 3,5m na entrelinha.
Quanto às plantas, sempre que possível, dever-se-á preferir estacas enraizadas com 2 anos de idade, provenientes de um viveiro idóneo.

Rega

Existem algumas características do sistema radicular do mirtilo que deverão ser conhecidas, pois condicionam a forma como a rega deverá ser feita:

1) As raízes que asseguram a absorção de água (as raízes mais finas) encontram-se, normalmente, nos primeiros 30 a 40 cm do solo. Este facto, juntamente com a inexistência de pêlos radiculares, torna o mirtilo particularmente susceptível ao stress hídrico.
A água deverá então ser distribuída de forma a manter o solo junto às raízes permanentemente húmido mas sem encharcamento, pois a planta de mirtilo também não tolera bem o excesso de água.

2) Ao contrário do que sucede na maior parte das plantas, o movimento de translocação de água e nutrientes através da planta de mirtilo não ocorre de forma uniforme. Se a água e os nutrientes forem distribuídos apenas de um dos lados da raiz da planta, então apenas esse lado da parte aérea do mirtilo se desenvolverá.
Temos então necessidade de um sistema de rega capaz de formar um bolbo húmido uniforme em torno da planta.

Fertilização

Deverá ser sempre feita com base em análises ao solo e análises foliares, e tendo sempre em atenção que os nutrientes, à semelhança da água de rega, devem ser distribuídos uniformemente em redor da planta.
Na escolha dos fertilizantes, não utilizar cloretos nem Azoto sob a forma de nitrato.

Controlo de infestantes

É de primordial importância dado que pelas características do seu sistema radicular (raízes superficiais sem pêlos radiculares), os mirtilos encontram-se em desvantagem em relação às infestantes na competição por água e nutrientes.
Na entrelinha pode utilizar-se herbicidas, mobilização do solo (com especial atenção para não danificar as raízes dos mirtilos) ou recorrer à sementeira de um revestimento permanente adequado.
Na linha, na largura de um metro, deve efectuar-se o empalhamento da cultura aplicando uma camada de 10-15cm de material vegetal como casca de pinho, serradura, palha, folhas, etc. ou, em alternativa, plástico ou tela.

O empalhamento da cultura cumpre 3 funções importantes:
1) Protecção contra infestantes
2) Manutenção da humidade do solo.
3) Redução da temperatura do solo no Verão, de forma a favorecer a actividade radicular. O desenvolvimento das raízes do mirtilo é influenciado pela temperatura do solo, verificando-se uma maior actividade entre os 6ºC e os 16ºC.

Poda

Feita em Janeiro/Fevereiro, no fim do repouso Invernal.
Tem como objectivo remover ramos danificados, doentes ou com pouco vigor, eliminar ramos que frutifiquem muito perto do solo (dificultando a colheita), abrir a copa para permitir o arejamento e a entrada de luz no interior do arbusto e manter a produção e a qualidade dos frutos, controlando eventuais excessos de carga de flor.
Em plantas mais velhas, compreende também o corte de ramos com mais de 6 anos para dar lugar a outros mais jovens e produtivos (poda de rejuvenescimento).
Nos primeiros três anos após a plantação, recomenda-se a remoção da maior parte dos botões florais para que a planta se “concentre” apenas em crescer e em estabelecer-se correctamente.

* Engª Ana Silva, produtora de mirtilos

37 comentários:

Graciete disse...

Todas as espécies que o Homem desde muito cedo, e aí se quisermos até podemos recuar na História mais longínqua, lhes soube dar aproveitamento para seu benefício, sem dúvida que foram e serão todas elas “Dádivas da Natureza”. Não tiveram, nem têm todas a mesma utilidade, certamente. Falando das que são utilizadas na alimentação humana, muitas são e para isso basta apenas pensarmos no que consumimos no nosso dia-a-dia, para darmo-nos conta deste facto.
Não há nenhuma espécie vegetal que não tenha tido a sua zona geográfica de origem. Todas foram endémicas de alguma região e, enquanto assim foi, todas estavam no seu estado selvagem, se assim o quisermos chamar. As que o Homem lhes deu maior importância, quaisquer que tenham sido os motivos, cedo foram também sofrendo processos de melhoramente genético, mais que não fosse pelo método mais simples: eleição/rejeição. E este começou assim que o Homem se tornou nómada, levando as sementes para locais mais afastados das regiões em que eram endémicas, para outros habitats, que com o evoluir das civilizações, se foram tornando cada vez mais distantes no espaço e diferentes, em termos edafo-climáticos. Não falando das condições a que as mesmas tiveram forçosamente de adaptar-se (e aqui poderíamos derivar para as que se tornaram infestantes, ou melhor, que são assim rotuladas), a selecção natural também foi-lhes retirada e introduzida a selecção que convinha ao Homem. Naturalmente que muitos alelos se foram perdendo no tempo. Mas também aqui não me vou desviar do assunto principal, e acrescentarei apenas que se trata já de um passado recente e do presente, quando em fala em variedades e híbridos. Apenas direi que o património genético das espécies endémicas nunca poderá ser, como é evidente, igual ao das que passaram pelos processos que descrevi.
No caso do género Vaccinium, o reconhecimento do seu valor comercial é relativamente recente, pelo que ainda existem as espécies endémicas (não sei se todas ainda), estas sim selvagens. As variedades usadas, ou as cultivares (termo mais utilizado, mas não correcto em taxonomia), ainda terão, provavelmente muitos alelos próximos das espécies endémicas afins, uma vez que este processo é recente.
Sem dúvida que o valor deste género deve ser valorado e tem de passar pelos processos de melhoramento genético para ser rentável e os frutos também apresentarem as características que se pretende.
Importante é também ressalvar que as espécies endémicas e os seus habitats, sejam cada vez mais protegidos por legislação.
A espécie endémica dos Açores, e que foi referida na postagem, para além do seu potencial comercial, tem umas flores lindíssimas, o que lhe confere também um carácter ornamental.
Jorge, tenho fotos desta espécie. Se quiseres, posso enviar-te.

zéHelmer disse...

Que produções existem em Portugal?

Em tempos, fiz uma experiência com algumas plantas compradas num viveiro, que acabaram por morrer.

José Silva / Ovar

Jorge Carvalho disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Jorge Carvalho disse...

Caro ZéHelmer,
a área de mirtilos cultivada em Portugal ronda os 50 ha que se distribuem pelo Entre-Douro- e- Minho, Tondela, Sever do Vouga (onde inclusivamente existe uma cooperativa do sector)e o Litoral Alentejano.
Abraço

Joaquim Marques AC disse...

Sr. Engenheiro, quero cumprimentálo pelo artigo e pelo tamanho do letering, com o avanço da idade, dá-me muito jeito. Agradecido.

Jorge Carvalho disse...

Caro Marques, já soube que o Blog andou desconfigurado, mas se essa desconfiguração foi benéfica para a tua vista... bem, vou arranjar forma de, sempre que entres, ele se te apresentar dessa forma gigante :-)
Abraço e obrigado pela visita!

Oli disse...

Jorge

Bom artigo.

Bom Natal!

M. Carvalho disse...

Saberá, por acaso, onde se podem comprar no minho plantas de mirtilo, não para produção em grande escala, mas 2 ou 3 para enriquecer a horta/pomar

JAGPacheco disse...

Andava eu na apanha (busca) dos Mirtilos! E em virtude das casualidades da Net, fiquei a conhecer as particularidades do teu Blog.
Um abraço Jorge

Para além das Horticularidades, a Graciete e muito bem recorda-nos que, os Açores também têm o seu Vaccinium.
Ao que parece o fruto tem sido colhido das plantas selvagens ao longo dos cinco séculos de povoamento das ilhas. Os frutos da uveira, como também vulgarmente ficou conhecida, eram bastante apreciados tal como as suas compotas e até á quem diga que se fez vinho.
Mas desde o gado mandado lançar pelo Infante Dom Henrique, para alimentar os futuros povoadores, até às arroteias com bulldozer dos anos sessenta, para fomentar a agropecuária, tudo contribui para dizimar o vaccinium.
Penso que está na altura de domesticarmos esta planta e a Graciete poderá dar um grande contributo, com os seus conhecimentos da bioecologia da uva da serra.

Cumprimentos
ZAP

Vasco Alves de Sousa disse...

Caro Jorge Carvalho, boa noite.
Tenho um terreno de 5 ha na zona de Beja (Alentejo), acha que a cultura de Mirtilos pode-se dar bem neste clima!?

cumprimentos.

Mafalda disse...

Gostei imenso da informação constante neste blog.
Adoro mirtilos e apenas há pouco fiquei a conhecer as suas propriedades e benefícios.
Estou a pensar em plantar alguns pés no meu quintal.
Alguém sabe onde posso comprar sementes para semear mirtilos?
E as palnatas do mirtilo? Qual o melhor mês para as comprar e plantar?
Tenho um blog onde coloquei alguma informação sobre mirtilos, se puderem passem por lá:
https://coisassaudaveis.wordpress.com/

Rolando Alves disse...

Vasco, se quiser posso fornecer-lhe bastante informação sobre o assunto, pois também estou a tentar estabelecer-me na produção do mirtilo ( Norte, Aveiro ), cerca de 3 ha, 5 ha é uma área excelente, com a escolha de plantas certa poderá obter uma média de 20 ton/ha a partir do 5 ano

Vasco Alves de Sousa disse...

Agradeço Rolando qualquer ajuda que possa disponibilizar :). O maior problema julgo ser o escoamento do produto. O meu email é vascolampreia@hotmail.com

Obrigado.

Manel disse...

Se alguém me puder dar informações sobre produção de mirtilos agradecia. Moro em Vila Pouca de Aguiar, será que é possível produzir mirtilos nesta zona? Obrigado
Manuel Machado

Bernardo disse...

Boa tarde, Vasco Alves de Sousa, eu sou de aveiro tambem, tenho terreno cerca de 5000m2, e outro com possibilidade tambem de 7000m2, gostava de falar com alguem que esteja nesse meio para poder trocar umas ideias, envie seu mail para meu Benpekeno@hotmail.com. ou adicione no MSN caso use.
Obrigado

Bernardo disse...

A mensagem anterior foi para Rolando Alves!*

Carlos Ramos disse...

Ola Manuel, em Vila Real ha uma empresa que comercializa plantas de mirtilos, e com malta competente para te aconselhar. Podes consultar em http://serviruri.blogspot.com/. Um abraço a todos Carlos Ramos

Nuno Dinis disse...

Olá a todos, sou de Vila Real e gostava de trocar ideias com o Manuel e o Carlos Ramos que me parecem ser da mesma zona. Agradecia o vosso contacto para nunomiguel@hotmail.com

Ricardo Balseiro disse...

boa tarde Sr. Rolando Alves,
será que me pode facultar alguma infromação sobre a cultura do mirtilo.

Obrigado
Ricardo

Ricardo Balseiro disse...

o meu e-mail é ricardo.balseiro@gmail.com

Obrigado

Rodrigo Ferreira de Ribeiro disse...

boa tarde a todos, gostaria de saber mais sobre a plantação de mirtilos, vivo na zona de Caldas da Rainha,tenho vários terrenos e gostaria de algum tipo de aconselhamento sobre qual orientação de encosta ( sul, norte..) e como posso adquirir mirtilo para plantação.

Agradeço a quem possa ajudar-me, juntos podemos fazer mais e melhor.
Rodrigo Ribeiro
email/msn ribazz2013@gmail.com

parabéns pelo blog!

mirtilos disse...

Para quem quiser uma produção de excelência contacte a empresa Mirtilafões, que comercializa plantas de mirtilo de boa qualidade e ao melhor preço. www.mirtilafoes.com

Tiago disse...

Boa tarde,

Estou interessado em fazer uma plantação de mirtilos (1ha-1,5ha). Alguém me pode ajudar em termos de aconselhamento.

Obrigado

mirtilos disse...

MIRTILAFOES - WWW.MIRTILAFOES.COM

RUI CARDOSO disse...

Boa tarde.
estou a pensar fazer um plantaçao de mirtilos na zona do vale do ave.Sera esta uma boa zona para a planta??

cumprimentos...

Elisabete disse...

Boa tarde, fiquei encantada com o tema deste post. Tenho uma pequena paracela (0,7 ha) e necessito de a rentabilizar. É na zona de Palmela, e pensei numa plantação de Mirtilos ou aromáticas, mas receio que a área da parcela seja muito reduzida para este tipo de culturas. Qual a sua opinião, ou alguma sugestão...
Obrigado,
Elisabete

Jorge Carvalho disse...

Caro RUi, o vVale do Ave tem potencialidades para o efeito!
Elisabete, de facto a parcela não é grande, mas tb não é impeditivo. O problema será depois a economia de escala. Azona, bem, teremos de saber que tipo de solo é, que temperaturas de inverno (nº hora frio)... depois disso escolher a variedade que melhor se adapta.
cumprimentos

Esperança Melo disse...

Olá Jorge,

Obrigada pela informação! Fartei-me de consumir mirtilos durante a minha estadia no Canadá; os que tinha plantado aqui em Portugal morreram de sede, imagino eu! Agora cá aproveito-me bem das cerejas que até estão a bom preço este ano!
Para além da nossa paixão pelo mirtilo, temos também a tradução em comum!
Passe bem e obrigada,
Esperança Melo

Mafalda disse...

Boa tarde. Os meus mirtileiros estão infestados com uma praga que se caracteriza pela existencia de vários casulos brancos ao longo dos ramos. Que posso fazer? As folhas estão a murchar e os caules a secar. Alguém me pode ajudar? Obrigada.

Márcio Pereira disse...

Olá boa tarde a todos...
Estou em fase de realização de projecto para uma plantação de Mirtilos...
Gostaria de trocar ideais e conhecimentos com produtores deste fruto..e se possível fazer uma visita às plantações..
Deixo o meu e-mail: marcyoandry@hotmail.com
um abraço
Márcio Pereira

Sandrina Abreu disse...

Ola a todos, estou a pensar fazer uma plantação de mirtilos na zona de Ponte da Barca, alguem me sabe dizer se a zona é boa?

Sandrina Abreu disse...

Ola a todos estou a pensar fazer uma plantação de mirtilos na zona de Ponte da Barca, será uma boa zona?

Sérgio Ferreira disse...

Bom dia!

Agradeço que me enviem informação sobre plantação de mirtilos. Qual seria investimento para uma área de 5000m2 no vale do Sousa e é uma boa zona para cultivar? Existe algum tipo de apoio?
sergio-cferreira@hotmail.com

Parabens pelo blog.

Sérgio Ferreira

asousa disse...

Boa noite
Podem dizer-me por favor qual o investimento total para uma area de 2,5 hectares incluindo aquisicao das plantas, sistema de rega e preparacao do terreno. Qual o tempo ate a primeira colheita?
O meu terreno esta situado em Vila do Conde.

Obrigado pela ajuda

rebeldia disse...

Bom dia,
Seria possível informar-me se esta planta se dá bem na beira interior e onde poderei comprar alguns pés?
Obrigado.
Manuela Barreto
mmlb25@sapo.pt

Ana Paula Brandão disse...

Boa noite Jorge Carvalho
Quero plantar alguns mirtilos no meu jardim. Tenho lido bastante sobre o assunto e comecei a ligar para alguns viveiros. Aí surgiram as dúvidas. Num dos viveiros disseram-me que, no caso do PH do solo não ser o indicado, é possível corrigi-lo com trufa. Numa empresa que comercializa a planta e o fruto, foi-me dito que, caso o PH seja superior a 5,5 só o posso corrigir antes da plantação dos mirtilos, uma vez que a terra não poderá voltar a ser mexida, ficando desta forma a produção comprometida. Qual das informações está correta?
Gostaria também de lhe pedir o contacto de um viveiro idóneo.
Agradeço antecipadamente uma resposta e felicito-o pelo seu blog e toda a informação nele disponibilizada.
Ana

sempre em 4ª disse...

http://www.sempremquarta.blogspot.pt/