domingo, 9 de setembro de 2012

Quo vadis, MAMAOT (parte dois)...

 

 
 
Caros amigos,


Caros amigos,
Que as vossas férias (ou não férias) tenham corrido pelo melhor!
Já faz algum tempo que não publico nada neste blog, e pelo facto, as minhas desculpas, mas, com a crise económica, fiquei tão abalado que também a crise da escrita se apoderou de mim e a "Tróica Literária" não me deixou fazer o que eu mais gosto: - Escrever! Mas estou de volta e isso é o que interessa!
Dois assuntos me fazem publicar e têm a ver com o Ministério da Agricultura.
Um deles refere-se ao facto de termos de pagar (devolver?) a Bruxelas 80 milhões de euros de ajudas que não foram bem entregues (?) e ou não foram fiscalizadas (?). Seja como for, 80 milhões não são nada para este país rico de ricos políticos e imperiais políticas. Oitenta milhões é uma gota de água se comparados com os buracos que diariamente os gestores públicos escavam e os políticos permitem (bem, e este coitados, não têm culpa de serem incompetentes... nasceram assim e vivem assim... são felizes ao menos!)! Um dos nossos ex-ministros, de nome Jaime Silva (mais um incompetente), resolveu revolucionar o ministério da agricultura, nada que os antecessores, também eles incompetentes, não tenham feito, a tal ponto da sangria desenfreada deixar os serviços sem capacidade fiscalizadora... deu nisto... para poupar no orçamento de estado ainda não sei quantos milhões, teremos agora que devolver 80 milhões (isso já sabemos, está definido)! Parabéns Jaiminho... és o maior!
O outro assunto é a circular da DGAV, que aproveitei para postar, mas para quem não consiga ver em condições, pode consultar o site da DGAV e ler com mais atenção. Ora, à primeira vista, parecia-me mais uma "Relvisse" (ou será "Relvice" ???), mas não, e isto porquê? Porque sempre achei (embora as minhas percepções não contem, até porque não sou político para ter o poder de as fazer contar), que a DGADR/DGAV estava a atropelar a lei quando exigia a formação em DCAPF (Distribuição, Comercialização e Aplicação de Produtos Fitofarmacêuticos), a quem já era acreditado e queria renovar a acreditação, em vez da formação em actualização, uma vez que o famoso Dec. Lei 173/2005 de 21 de Outubro, que digo-vos, conheço de trás para a frente e da frente para trás e até mesmo de pernas para o ar (que é como ele está agora), previa (prevê) que se desse habilitação por outros meios, como a própria circular o admite. Ora como o 173/2005 está em vigor (ainda) e como a directiva (que eu saiba) não é lei (ainda), nunca entendi os critérios da DGADR/DGAV e nem os formandos os entendiam quando lhes pediam para frequentar um curso de 91 horas, depois de terem sido técnicos responsáveis, com cartão emitido pela DGADR, e não um curso de actualização de 35 horas! Esta circular vem (digo eu) dizer isso mesmo... acabem lá com a formação de 91 horas e arranjem experiência e uns congressos que a gente esquece a ilegalidade que andou a cometer até aos dias de hoje!
Fico feliz por ver que mudaram (vá-se lá saber porquê), mas também vos digo que já não vale nada porque todos os técnicos que se possam enquadrar no descrito da circular já estão formados. Assim a circular peca por ser tardia! Os novos colegas que saem das universidades, como não vão conseguir ter essa experiência acumulada cumulativamente com os 100 pontos, vão ter de fazer a formação inicial (e bem) e depois disso a actualização como todos os outros!
E é assim, temos uma tutela que só estorva!

terça-feira, 10 de julho de 2012

A ressurreição da família Prudêncio...

http://www.youtube.com/watch?v=e7TfXfJrueQ (spot dos anos 70)

Quem se lembra da família Prudêncio? Os mais velhos por certo, tipo da minha idade, pois eu recordo-me perfeitamente de passar em horário nobre no canal público!
Hoje, esta família está desactualizada e morta, mas, O VALORFITO ( Sistema Integrado de Gestão de Embalagens e Resíduos em Agricultura) ressuscitou esta família, agora moderna e com nova roupagem, sob o lema "Em campo, por amor à terra".
Já passa na rádio esta nova campanha de sensibilização e nas televisões ainda não me apercebi que tivesse passado. Era bom que começasse também a passar nas televisões..., já que temos uma população dependente da "caixa mágica".
O horticularidades junta-se à luta da recolha de embalagens vazias, apelando, uma vez mais, para a sensibilidade e responsabilidade de todos. Entregar embalagens vazias, além de uma obrigação (Dec. Lei 187/2006 de 19 Setembro) é uma convicção...
Agora o sistema de recolha de embalagens vazias está mais agilizado já que se poderá proceder à entrega de embalagens vazias em qualquer altura do ano, em contraponto com as  datas estipuladas anteriormente (Maio e Outubro).
COLABORE... PONHA-SE EM CAMPO, POR AMOR À TERRA!

terça-feira, 1 de maio de 2012

HORTICULINÁRIA- Canónigos, por Catarina Lourenço*

História


Os canónigos (Valerianella locusta (L.) ou Valerianella olitoria (M.), distribuem-se naturalmente por terrenos cultivados em toda a Europa (sendo mais raros no extremo Norte). Florescem de Março a Junho, devendo-se colher, de preferência, antes da floração, já que as folhas são mais tenras e devido a que, após a floração, a planta se perca rapidamente.

É consumida há séculos como salada ou legume, tendo começado por ser cultivada como salada de inverno nos finais do século 18 / inícios do século 19. Só recentemente, por volta de 1980, é que começou a ser cultivada em maior escala para comercialização.

Há quem diga que o nome “canónigos” se deve a que se encontrassem canónigos em mosteiros, ou residências de padres.



Nomes comuns

Portugueses: alface-da-terra, alface-de-cordeiro, alface-cordeirinho, alface-de-coelho, valerianinha,  valeriana-hortense ou saboia

Ingleses*: lamb’s lettuce, corn salad, field salad

Franceses*: mâche, lanchette, boursette, bouche, clairette, coquille, doucette, galinette, grasse, herbe douce, laitue d’agneau, oreille de lièvre, salade de chanoine, salade de blé.

Italianos*: Soncino, valerianella, dolcetta, songino, gallinella, lattughella

* in http://www.fondation-louisbonduelle.org

Culinária

Ainda bastante desconhecidos na nossa mesa, os canónigos, com o seu sabor suave e delicado, são, sem dúvida, melhores quando consumidos em fresco, em saladas ou acompanhamento. No entanto, também se utilizam em sopas e tartes.


Nutrição

Há quem refira que os canónigos apresentam uma grande concentração de sais minerais como o cálcio, fósforo, potássio, magnésio e ferro e que são ricos em provitamina A e vitaminas B9 e C. São referidos também como sendo uma importante fonte de compostos antioxidantes como o ácido fólico e a luteína, e de ómega-3, relevantes para melhorar o sistema imunitário. Além disto, são compostos por cerca de 90% de água e têm apenas cerca de 20-25 calorias/100gr, o que os torna perfeitos para uma dieta  saudável.

No quadro seguinte, encontram-se os valores médios para 100 gramas de alimento não cozinhado, já que o processamento pode alterar alguns dados.


100g de canónigos frescos
Dose Diária Recomendada
Calorias
19
-
Proteínas
2g
-
Lípidos
0,4g
-
Glícidos
2g
-
Fibras
1,7g
30g
Vit. A (pro-vitamina)
4250 µg
4800 µg
Vit. B6
0,27mg
1,4mg
Vit. B9
160 µg
200 µg
Vit. C
38mg
80mg
Ferro
2,2mg
14mg
Sódio
4mg
-
Potássio
459mg
2000mg

Adaptado de Ciqual 1995,




Receitas

Alguns sites e blogs já apresentam algumas receitas de canónigos, embora, e como sempre, o limite seja a imaginação. Hoje, e em jeito de promessas de Primavera e tempo mais quente, ficam aqui algumas receitas originais de canónigos.



Salada Fresca de Canónigos: Misturar canónigos lavados e escorridos com ovo cozido, milho doce cozido e temperado com maionese caseira.










Salmão em Cama de Canónigos: Cortar um abacate, descascado, aos cubinhos e centrar. Posicionar rosas feitas com filetes de salmão fumado por cima do abacate e dos canónigos. Temperar com sumo de limão, tomilho seco e um fio de azeite virgem.









Salada Delícia de Canónigos: Num prato grande, colocar canónigos, pimentos vermelhos assados cortados em tiras, fatias de queijo camembert e fiambre de frango enrolado em forma de rosas. Temperar com azeite virgem e vinagre de cidra.











Canónigos à Serrana: Esmagar queijo de cabra fresco e temperar com alecrim, tomilho e orégãos secos, formando uma pasta. Barrar uma fatia de pão de centeio ligeiramente torrada com esta pasta, colocar os canónigos e pedaços de azeitonas pretas. Temperar com um fio de azeite virgem.





  



Canónigos à Camponesa: Barrar uma fatia de pão branco de trigo com maionese caseira. Posicionar os canónigos e o ovo cozido. Temperar com umas gotas de vinagre de ameixa.











* Catarina Lourenço - Colaboradora  http://www.blogger.com/profile/14752411433810543806

segunda-feira, 2 de abril de 2012

Quo vadis, MAMAOT...

Desci a rua e entrei no portão da quinta toda murada.
Deveria ser importante, pelo aspeto majestático com que enfrentava a
Circunvalação por onde outrora circulavam importantes caravanas em direcção à
invicta e ao porto de Leixões.
Ali, na Senhora da hora, nessa tal quinta imponente, ficam
alguns serviços do ministério da agricultura, tais como licenciamentos, e
laboratórios.
Entrei e já nem parei no portão, pois já há muito sei que
não existe guarda, mas, a passo lento, acabei por mirar uma guarita abandonada,
cheio de mofo e de vidros partidos. Avancei em direcção ao laboratório de
solos, mesmo ao lado das oficinas, onde pacientemente aguardam por um “Godinho
qualquer”, 4L, Clios, Seat… com os pneus em baixo e as ervas a começar a
devorar a sua silhueta…
Bem, lá entrei no laboratório e entreguei o material para
ser analisado. Depois da ficha devidamente preenchida, pediram-me logo o
dinheiro correspondente a um serviço que ainda não houvera ter sido executado
(é que eu tenho cara de bandido, só por isso…) e, claro, como a importância era
avultada, já que eram muitas amostras, e não ia preparado com dinheiro vivo e
cheques já nem sei preenche-los dado não os usar há mais de uma década, saquei,
tal qual um pistoleiro no faroeste, do cartão de débito… Pois…
_ Não temos terminal, respondeu sorridentemente a pessoa que
me atendeu. Terá de levantar o dinheiro numa caixa multibanco que fica fora das
instalações…
Lá me explicou onde era e, a pé, já que o gasóleo está pela
hora da morte e naquela zona em questão arranjar lugares de estacionamento é
uma sorte que eu nunca almejei…, lá fui e, passados 10 minutos la estava eu em
frente a um máquina MB que, vejam só, estava em manutenção… Depois de mais 10
minutos de espera, porque em redor nada vislumbrei, e as tímidas perguntas aos
moradores obtinham respostas quase indiferentes que me apontavam em direcção ao
Norte Shopping ou ao Hospital de S. João (coisa para a pé demorar mais meia
hora para cada lado), lá levantei o graveto e em passo de corrida fugi,
literalmente, porque a zona não me agradava, para o interior das instalações do
ministério (onde diga-se, não sei se estaria mais seguro…)!
Após 5 minutos, pois agora a pressa de esvaziar o bolso era
latente, cheguei de novo ao laboratório com o dinheiro que coloquei em cima do
balcão.
_ Já cá estou! Disse eu.
_ Pois, mas agora vai ter de esperar. A senhora que trata
dos pagamentos não está, mas é só um bocadinho que eu vou ver se a encontro.
Foi perguntando.
_ Ò fulana, viste a Sicrana?
_ Ela ainda há bocadito estava aqui… mas para que é?
_ É que está aqui um Sr. Que quer pagar…
(Mentira, eu não queria pagar, eles é que me obrigaram…).
- Ah, pois não sei, ela não deve demorar!
Passava outra..
_Ò fulana, viste a Sicrana?
_ Ela ainda há bocadito estava aqui… mas para que é?
_ É que está aqui um Sr. Que quer pagar…
( E ela insiste na mentira…, eu não quero pagar…).

Bem, e depois de 10 minutos nesta total e stressante
palhaçada, a simpatiquíssima senhora que me atendeu disse-me:
_ Olhe, como a senhora da contabilidade não aparece, não se
importa de ir ali aquele edifício pagar noutra secção? Leva este papel e diga
que vai da minha parte e depois volta cá para mostrar o comprovativo do
pagamento… não se importa?
_ Importar até importa, mas tem de ser não é? Proferi eu!
_ É, pois… desculpe lá…
Bem, pés a caminho, mais 2 minutos e chegado à porta
perguntei a uma senhora que fumava deliciada o seu cigarrito…
- Desculpe, onde é a secretaria?
- Entre, siga o corredor e é na primeira à direita… mas para
que é?
- É para pagar umas análises de solos…
- Então pode ser lá…
- Obrigado!
Entrei e segui as indicações.
- Boa tarde! Disse eu.
- Boa tarde…
Silêncio total… alguns segundos depois…
- Desculpe… quero pagar…
- Só um bocadinho…., vai ter de esperar…
- Ok, obrigado…. Disse eu de forma tímida (sou muito tímido…)
Passados alguns minutos aparece uma senhora toda sorridente
e disse:
- Ora, o Sr. Quer pagar o quê?
Chiuuuuuuuuuu, não digam nada, mas esta senhora é a mesma
que estava na rua a fumar o cigarrito e me disse onde era a secretaria…
Depois de pagar, eu perguntei:
- Mas então no laboratório não se pode pagar?
- Pode, disse ela… mas não pagou lá porquê?
- Porque a Sr.ª que recebe e emite os documentos não estava…
_ Ah, disse ela, sabe, a senhora está quase a ir embora com
a reforma e deve andar pelos gabinetes a despedir-se do pessoal… sabe como é,
foram muitos anos…. Criou-se uma grande amizade…
_ Ah, vociferei eu com cara de sonso … pois acredito, e ela
não poderia despedir-se fora do horário de expediente…
- Mas assim já não apanhava cá ninguém…
Pois claro, como sou estúpido e ingénuo… tinha de ser mesmo
no horário de expediente… que burrinho que eu sou!
Bem, depois lá fui de novo levar o comprovativo ao
laboratório de solos.
A senhora ainda, antes de se despedir, fez publicidade e
promoção aos serviços dizendo que também faziam análises de água de rega…
_ Ok, disse eu, mas não volto cá mais… Boa tarde!
Virei costas e sai triste… muito triste, por ver que cada
dia que passa o nosso ministério caminha para o degredo de capital humano,
técnico e social… já não serve para coisa alguma e só se mantém porque ainda
teimam em acreditar que ele é útil!

quarta-feira, 21 de março de 2012

HORTICULINÁRIA - Nabos, nabiças e grelos de nabos..., por Catarina Lourenço*

História

O nabo já é consumido desde há muito tempo, ponderando-se ser uma cultura pré-histórica. Os Romanos já o distinguiam em variedades compridas, redondas e achatadas, sendo algumas designadas com os nomes de cidades gregas.
Supõe-se que o berço do nabo seja a Ásia Central, a Oeste dos Himalaias, se bem que a margem Norte do Mediterrâneo foi de importância fulcral para o seu desenvolvimento e difusão na Europa.

Em Portugal, existe uma Confraria Nabos e Companhia, situada em Carapelhos, Mira.

Culinária

Bastante difundidos na nossa culinária, o nabo, as nabiças e os grelos de nabo são, desde sempre, alimento comum nas nossas mesas.


Cozido à Portuguesa que se preze, tem de levar nabo; e é muito comum no puré das sopas de legumes. Menos comum, mas utilizado, é a mistura do puré de nabo com outros purés, nomeadamente batata, cenoura ou abóbora.
Ainda há quem o descasque e rale, temperando com limão para consumo em crú, sozinho ou misturado com outras saladas.
Há quem os coza e os sirva com manteiga derretida aromatizada ou molho de queijo.
Os temperos mais utilizados são sal, azeite, e plantas aromáticas como cebolinho, funcho, salsa, cravinho, mostarda, coentros e hortelã.
O nabo ainda é usado para fazer doce, também conhecido por “nabada”, com açúcar e amêndoa.

As nabiças, por sua vez, são largamente utilizadas nas sopas e nos esparregados, e também em migas, cozidas com feijão-frade a acompanhar peixes fritos ou enchidos, ou simplesmente cozidas, temperadas com azeite e servidas como acompanhamento. As folhas mais novas e tenras podem ser usadas, em cru, como salada.
Na zona de Góis, também se usam em papas, tanto papas doces (papas de água com mel) como em papas salgadas, ambas com farinha de milho.

Já os grelos, costumam ser cozidos sozinhos e servidos como acompanhamento, salteados ou então usados para fazer arroz de grelos.

Nutrição

Qualquer um deles, tem um valor nutritivo interessante, sendo ricos em vitaminas e em fibras, assim como em cálcio e ferro .

No quadro seguinte, encontram-se os valores médios para 100 gramas de alimento não cozinhado, já que o processamento pode alterar alguns dados.
As percentagens de Dose Diária Recomendada (DDR) indicadas referem-se a uma dieta de 2000KCal e diferem em função da idade, sexo, peso corporal e ocupação da pessoa.
Adaptado de: http://www.centrovegetariano.org/Nutrientes.html

Medicina Tradicional Portuguesa

A polpa de nabo cozida é utilizada como cataplasma de frieiras; as nabiças em salada são bons anti-celulíticos; os nabos e as nabiças ajudam nas colites e obstipações, e os nabos, devido ao seu conteúdo em vitamina C, ajudam nos casos de eczemas.
Talvez o uso mais conhecido do nabo, no entanto, seja o xarope para a tosse, excelente por si só e melhorado com a adição de cenoura, contra catarro, tosse e bronquites.


Após estas considerações, tolos seríamos se não incluíssemos algum destes ingredientes na nossa alimentação, a qual, por si só, deve ser diversificada.
Existem imensas receitas e formas de preparar e, como sempre, o limite é a imaginação; mas hoje, tendo em conta a época do ano, favorável a tosses e constipações, a receita escolhida é de carácter medicinal.


Xarope de Nabo

Descascar e cortar em pedaços pequenos uma ou duas cabeças de nabo cruas.
Para cada duas partes, juntar uma de açúcar mascavado ou amarelo; ou, se se preferir mais doce, uma parte de nabo e uma parte de açúcar.
Deixar macerar um pouco, e ir tomando o xarope que se forma, às colheradas, ao longo do dia.
Quando se esgotar, adicionar mais açúcar. Utilizar novos pedaços de nabo quando já não se formar xarope com o açúcar.



Outra versão, faz-se com nabo e cenoura, da mesma maneira.


* Catarina Lourenço http://www.blogger.com/profile/14752411433810543806

sábado, 17 de março de 2012

Seminário de pequenos frutos...


É com prazer e entusiasmo que o horticularidades se associa na divulgação da iniciativa "suprapostada".
Muito me apraz ver a dinâmica de um grupo de gente jovem, corajosa e audaz que com as suas iniciativas mostram que é possível... força, e naquilo que este blog puder fazer .... fará!
O programa fala por si.... bem haja!