domingo, 17 de julho de 2011

Daniel Campelo: Emprego agrícola


O secretário de Estado das Florestas e do Desenvolvimento Rural, Daniel Campelo, quer fazer com que o “mundo rural” volte a gerar emprego.
(Fonte: Correio da Manhã)

Bem, caro vizinho, a ver vamos se faz pela agricultura o que fez por Ponte de Lima, isto é, se coloca a agricultura no mapa das prioridades, da importância económica e estratégica, da empregabilidade, tal qual o fez com Ponte de Lima ao colocar esta Vila no mapa das visitas, dos jardins, das feiras e exposições..., nem que para isso tenha de fazer outra "birra" com ou sem queijos à mistura, desde que promova, apoie e desenvolva políticas sérias para o sector da agricultura e florestas, terá o meu apoio e o de milhares de Portugueses!
Ah, não se esqueça que somos vizinhos e se falhar nas suas promessas quando passar debaixo da minha janela atiro-lhe com um tomate à cabeça!
Bom trabalho...

sexta-feira, 20 de maio de 2011

Recolha de Embalagens Vazias de Pf´s - VALORFITO


Decorre durante o mês de Maio de 2011 o 1º período de recolha das embalagens vazias de produtos fitofarmacêuticos

quinta-feira, 19 de maio de 2011

SINISTRALIDADE RODOVIÁRIA COM TRACTORES AGRÍCOLAS

A Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária (ANSR) fez, no passado dia 16 do corrente, em Santarém, o lançamento da campanha "PREVENÇÃO DA SINISTRALIDADE RODOVIÁRIA COM TRACTORES AGRÍCOLAS".
Irá ser distribuído um tríptico (que se apresenta a seguir digitalizado na íntegra) o qual alerta para os perigos e sensibiliza...






A minha opinião:
Acho bem, aliás, muito bem, que se faça esta campanha, que, segundo o que sei, irá passar nos meios de comunicação. Mais vale tarde do que nunca e desde já os meus parabéns aos mentores e aproveito para lançar o repto, a quem de direito, para que relancem a "família prudêncio", que se bem se lembram versava o tema de aplicação de produtos fitofarmacêuticos (pesticidas, à época, área essa onde também acontecem acidentes...)
Voltando ao assunto dos acidentes com tractores agrícolas, devo confessar algumas perplexidades que me assombram, a referir:
1ª - porque é que a carta de ligeiros habilita a condução de tractores agrícolas?
2ª - porque não vejo envolvidas nesta campanha todas as organizações do sector agricola?
3ª - porque é que a formação profissional em Operadores de máquinas agrícolas (antigos OMA, agora com outra terminologia e, por ventura, outra intenção) viu a carga horária ser diminuida?

Respostas:
Perplexidade nº1: porque é que a carta de ligeiros habilita a condução de tractores agrícolas?
Ora bem, pois não sei!
Não sei se isto se passa só em Portugal (?), o que sei é que em Portugal não se deveria passar. Conduzir um veículo ligeiro é a mesma coisa que conduzir um tractor, só que um tractor não deveria ser conduzido, mas sim operado. Então aí o caso muda de figura e conduzir um veículo ligeiro não é a mesma coisa que operar um tractor agrícola, o que faz toda a diferença, talvez a diferença entre a vida e a morte!
Sabiam que existem muitos "agricultores de fim de semana ou de início de reforma" que pegam num tractor pela 1ª vez e vão para os campos acidentados do minho e trás-os-montes, colocam os netos na caixa de carga e vão felizes e contentes em direcção a um destino incerto...? Esses "agricultores", logo na primeira curva ou no primeiro socalco têm uma forte probabilidade de ficarem sinalizados com uma cruz onde todos os anos se coloca lá um ramo de flores em sua memória.
Assim, a carta de condução de automovéis ligeiros (e vou mais além, a de pesados também) não deveria dar habilitação para a condução de máquinas agrícolas (já agora também para as motas, o que é outro disparate completo).
Perplexidade nº 2 - porque não vejo envolvidas nesta campanha todas as organizações do sector agricola?
Pois também não sei!
Será que é assim tão difícil reunir consensos em Portugal? Pois deve ser, e vejam o que se passa noutros quadrantes da sociedade, para arranjar uma explicação para o caso, e mais não digo....
Perplexidade nº 3 - porque é que a formação profissional em Operadores de Máquinas Agrícolas (antigos OMA, agora com outra terminologia e, por ventura, outra intenção) viu a carga horária ser diminuida?
Ora aí está uma que eu sei, eu sei esta, iupiiiiiiiii...
Os antigos cursos de Operadores de Máquinas Agrícolas (OMA) agora chamam-se Mecanização Básica e Condução de Veículos Agrícolas de Categoria III. A substituição das palavras "operadores de máquinas" pelas palavras "condução de veículos" muda tudo e faz toda a diferença. Com isto desresponsabilizou-se o operador, logo, menos responsabilidade, claro, menos horas de formação (75 horas a menos se não me engano) e tudo porque há menos dinheiro... é isso, é uma questão monetária! A vida cada vez mais... vale menos!
Seja como for, a campanha é bem vinda e poderia ir um pouco mais além, já que acidentes não passam só pela máquina "tractor", mas, sendo uma campanha da ANSR eu até compreendo!
A cada dia que passa o que se deseja é que se registem cada vez menos acidentes. Isso passa pela sensibilização, pela formação e por algumas mudanças legislativas que terão que ser transversais aos partidos e comuns à politica - a uma política de qualidade que salvaguarde o património agrícola nacional, onde as pessoas também se encaixam!
Bem haja ao projecto!
video da campanha em http://www.ansr.pt/

terça-feira, 5 de abril de 2011

Agricultando parte I


Não posso deixar de me associar (eu e o Horticularidades, o horticularidades e eu) a este grande evento que terá lugar resturante Irene Jardim, Porto, nesta Quinta feira pelas 20 horas, que é o lançamento do Grande livro Agricultando de um ainda maior amigo e ser humano que é o Joaquim Leça.
Este Madeirense de gema, peculiar na sua essência, singular no seu destino e forma de estar, tem feito um trabalho em prol da divulgação da agricultura Madeirense e dos valores que ela encerra, de valor inestimável...
Mais não digo, amigos e desconhecidos apareçam... o horticularidades voltará com fotos e notícias do evento.
Bem haja, Joaquim, tu mereces...
Aquele abraço..."agora cá"