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segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010

Feira Anual da Trofa 2010




A Câmara Municipal da Trofa e a Junta de Freguesia de S. Martinho de Bougado promovem mais uma edição da Feira Anual da Trofa de 4 a 7 de Março. Esta tradição remonta a 1946 e é considerada, actualmente, um marco das feiras agro-pecuárias, a nível nacional.
A Feira realiza-se, este ano, de 4 a 7 de Março (quinta a domingo), e espera-se que supere as expectativas e eleve o número de visitantes, que o ano passado chegou aos 100 mil. Este certame cria, assim, anualmente, um evento profissional de referência em Portugal e pretende alargar gradualmente, a sua influência a toda a península ibérica, garantindo uma forte representação de todas as actividades que directa ou indirectamente estão ligadas à agro-pecuária, nomeadamente na área das últimas novidades em Equipamentos e Acessórios de Maquinaria Agrícola.
Como é habitual, a Feira Anual da Trofa, reúne um conjunto alargado de actividades e eventos, que seguramente justificam a visita de curiosos e aficionados. Este ano, os visitantes podem contar com vários concursos e jogos. Realizar-se-á o Campeonato Regional do Norte de Equitação do trabalho e as Cavalhadas. Além disso, depois das normais apresentações de Garranos e Coudelarias, haverá a tradicional Garraiada.
Esta edição de 2010 conta também com o Concurso de Modelo e Andamentos (Macho e Fêmea), o Campeonato de Horseball e o Desfile e a Gala da Confraria. A Feira Anual da Trofa vai contar também com o tradicional Horse-Paper e o Derby de Atrelagem. As Actividades Equestres contam com a organização da Confraria do Cavalo que colabora assim, na edição 2010 da Feira Anual da Trofa, ao lado da Câmara Municipal e da Junta de Freguesia de S. Martinho de Bougado.
Paralelamente, não irão faltar os Concursos Pecuários das Raças: Holstein Frísia, Minhota, Barrosã e Arouquesa, e o Concurso de Preparadores e Manejadores da Raça Holstein Frísia. A Feira Anual da Trofa, de 2010, contará, igualmente, com vários momentos musicais.
A Câmara Municipal da Trofa e a Junta de Freguesia de S. Martinho de Bougado apostam na melhoria contínua deste evento tão característico do Concelho, como forma de promoção ao Turismo, já que o acontecimento atrai inúmeros visitantes de outras cidades e países.

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010

Agro - Feira Internacional de Agricultura, Pecuária e Alimentação


O Parque de Exposições de Braga vai ser palco, entre 11 e 14 de Março de 2010, da 43.ª edição da AGRO - Feira Internacional de Agricultura, Pecuária e Alimentação. O certame, que ao longo de mais de 40 anos tem ocupado um papel de enorme relevo na promoção e divulgação de produtos e equipamentos de e para a agro-pecuária. Este ano alargaremos para um conceito mais abrangente de promoção da «Economia Rural» , criando uma nova e importante janela de oportunidades neste segmento de negócios.Na próxima edição da AGRO ambicionamos apoiar as fileiras mais representativas do sector agrário, quer através da aposta no reforço de divulgação do certame com o consequente aumento do número de visitantes/compradores quer ainda no contributo para a qualificação dos profissionais agrícolas.As jornadas paralelas constituirão, pois, importantes acções de valorização profissional e, nessa medida, uma mais-valia que a AGRO pode oferecer a todos os participantes, em particular todos quantos exercem a sua actividade profissional no âmbito da economia rural.Finalmente, o certame é complementado com a realização, em simultâneo, dos Salões do Vinho e de Utilidades, cada um desempenhando o papel que lhe cabe na promoção e divulgação da riqueza que se produz no mundo rural. É neste ambiente característico e bem popular que a AGRO 2010 se desenrola, sendo certo que este certame tem na sua longevidade uma das garantias da sua relevância enquanto montra da agricultura portuguesa.
texto e foto extraidos de www.peb.pt

segunda-feira, 18 de janeiro de 2010

Boas Notícias...


"Foi publicado no Diário da República n.º 2, Série II, o Despacho n.º 47/2010 que institui um apoio financeiro, que tem por objectivo compensar os agricultores pelo custo da energia (electricidade) utilizada nas actividades de produção agrícola e pecuária no ano de 2010.
O apoio financeiro aplica-se no território continental e tem por objecto, exclusivamente, a energia utilizada na produção agrícola e pecuária, num período de 12 meses, cujo início ocorrerá até 31 de Maio de 2010.
Podem beneficiar deste apoio os agricultores cuja actividade se inclua numa das descritas nos grupos 011 a 015 da secção A, divisão 01 das CAE Rev. 3, aprovadas pelo Decreto-Lei n.º 381/2007, de 14 de Novembro.
O prazo de candidatura será definido através do Despacho do Ministro da Agricultura, do Desenvolvimento Rural e das Pescas para apresentação do Pedido Único."
(Texto extraído integralmente do site do MADRP).

Este apoio é de 20% sobre a factura da electricidade, desde que se comprove que o contador serve única e exclusivamente o uso agrícola, pelo que, em casos que o contador seja o mesmo que serve as habitações o agricultor não beneficiará de qualquer tipo de ajuda.
Esta medida só peca por tardia e vem repor uma injustiça cometida pelo anterior executivo.
Outra boa notícia é que Bruxelas autorizou que as ajudas aos agricultores do Oeste sejam comparticipadas até 75% a fundo perdido.
Estas duas notícias são uma réstea de esperança no negro figurino da agricultura Portuguesa, como tal, o Horticularidades congratula-se com as medidas e com as atitudes deste Ministro que, a continuar assim, vai no bom caminho!

quarta-feira, 2 de dezembro de 2009

Quem não tem cão...

Se não é com vinagre que se apanham moscas, também não é virando costas ao que acontece à nossa volta que iremos mais além...



Na Califórnia, Kit, uma cadela da raça Golden Retriever, é utilizada para o combate às cochonilhas, pois com o seu faro consegue detectar esta praga que ataca as videiras nesta região do globo. Ao passear-se pela vinha, esta cadela com capacidade para detectar odores diluídos na razão de 1,6 por mil milhões, pára diante das videiras nas quais detecta a cochonilha (Planococcus ficus) e desata a ladrar. O seu terinador, Rick, aproxima-se e sinaliza a videira para posterior intervenção por parte do responsável pela exploração... é o que se chama em Protecção integrada a "estimativa do risco", só que feita por uma cadela em vez de ser por um... ser humano!


Foto: revista do cão
Foto (Fonte: Google imagens) - Planococcus ficus
A cochonilha acarreta prejuízos elevados já que além de ser transmissora de vírus é também a precursora de uma doença denominada por fumagina.
Até então o treino que se dava a esta raça de cães visava sobretudo a assistência a pessoas com deficiência, mas a viticultora Sara Lee Kunde deu a ideia deste tipo de utilização...
Assim, bem haja às pessoas com ideias brilhantes e sucessos enormes para a Kit e seus sucessores... bem vindos ao mundo agrícola!

Outras fontes bibliográficas, revista SULCO 3.2009
Outras fontes bibliográficas, revista SULCO 3.2009utras fontes bibliográficas, revista SULCO 3.2009Outras fontes bibliográficas, revista SULCO 3.2009Outras fontes bibliográficas, revista SULCO 3.2009




sábado, 31 de outubro de 2009

Novo ministro Agricultura vai falar com responsáveis do sector

O novo ministro da Agricultura, António Serrano, afirmou hoje que a primeira medida que vai tomar é "falar com os sectores, os interlocutores e os responsáveis políticos" da área que vai tutelar para fazer um "diagnóstico".
"O trabalho não me assusta, mas vou ter um trabalho complexo pela frente", disse o novo ministro em declarações aos jornalistas após ter tomado posse, juntamente com o restante executivo do XVIII Governo Constitucional.
"Há um conjunto de problemas em cima da mesa para resolver que são sobejamente conhecidos de todos", declarou, sem especificar a que problemas se referia.
Escusando-se a comentar o trabalho do seu antecessor, Jaime Silva - o único ministro do governo anterior que não compareceu na tomada de posse -, António Serrano, de 44 anos, disse que "a primeira coisa a fazer é um diagnóstico e depois olhar para a frente".
Diário Digital / Lusa

Não é este um espaço político, mas não deixa também de ser um espaço de políticas e uma das políticas deste blog é dar os parabéns a quem bem faz a um sector estratégico como o nosso(deveria pelo menos...) e, nesse particular, desejo ao novo ministro uma boa legislatura.
Pelas declarações do próprio, pelo menos há vontade de diálogo, vontade de se inteirar dos problemas, coisa que o seu predecessor nunca fez por petulância e por total incompetência!
Que fale então com as pessoas certas, que não esmoreça e que se rodeia de bons assessores...
assim, Sr Ministro - BOM TRABALHO!!!! (não se esqueça que 274 563 explorações agrícolas estão de olho em si... e este blog também)!

sexta-feira, 9 de janeiro de 2009

USOS MENORES - O QUE SÃO E PARA QUE SERVEM!

Com as regras apertadas sobre a utilização de produtos fitofarmacêuticos e a comercialização dos produtos agrícolas que cumpram os LMR (limite máximo de resíduos), por vezes surgem problemas ao nível da protecção fitossanitária que deixa os agricultores de mãos atadas, por falta de produtos homologados para determinadas culturas!
Assim, surge uma figura que é os usos menores

O que são usos menores?
São todos os usos que representam pequenos consumos de determinados produtos fitofarmacêuticos, ou porque as culturas em que se verificam têm pequena expressão, ou porque correspondem a finalidades de pequena incidência em culturas importantes.
Estes usos induzem pequenos consumos de produtos fitofarmacêuticos, o que, frequentemente, desmotiva as empresas de produtos fitofarmacêuticos para o investimento necessário para manter ou obter a homologação para essas finalidades.
Em Portugal, os usos menores concentram-se maioritariamente na horticultura, mas também se encontram, com frequência, em fruticultura, culturas ornamentais e culturas arbóreas.

Que consequências para a falta de produtos que cubram os usos menores?
A existência em Portugal de muitos usos menores sem cobertura de produtos fitofarmacêuticos autorizados para esse fim especialmente na horticultura e na fruticultura, reduz ainda mais a competitividade destes sectores face à agressividade comercial de outros produtores da Europa do Sul.

Podem os agricultores, associações e entidades técnicas e científicas contribuir para a redução do problema da falta de cobertura dos usos menores?
De facto, estas entidades podem intervir no processo de redução do número de finalidades não cobertas no âmbito dos usos menores.

Como?
Requerendo, o alargamento de espectro de utilização de um produto fitofarmacêutico homologado em Portugal para finalidades em culturas menores, nos termos definidos nos números 2 e 3 do Artigo 9º do Dec.-Lei 94/98 sobre a colocação no mercado de produtos fitofarmacêuticos.

Critérios para a Definição de usos menores (clique aqui)
Lista de alargamento de espectro para usos menores (clique aqui)